Foto de Rogério Cassimiro


ATIVIDADE CEREBRAL- fonte: Jornal A Tribuna 13/05/2017

Segundo a professora Emanuela Mattos, alimentação saudável e atividade física, ajudam a prevenir as doenças, mas também é importante exercitar o cérebro. Pintar, aprender uma nova língua, fazer crochê, por exemplo, ativam diferentes conexões cerebrais e permitem formar uma reserva cognitiva, o que significa adiar o aparecimento da demência. Com esse estilo, afirma Emanuela, estudos apontam que é possível retardar em até 10 anos os primeiros sintomas, mesmo com uma maior pré-disposição.”

Nós, do Divertidosos, acreditamos que a utilização do computador, o acesso à internet, o aprendizado de utilização de um smartphone ou tablet, enfim, a inclusão digital de idosos e idosas, contribui enormemente para a prevenção de doenças degenerativas, como o Alzheimer. Isso se deve ao aumento da ATIVIDADE CEREBRAL, em se exercitando o cérebro, como já comentado acima, é possível retardar os sintomas de demências, e aumentar, em muito, a qualidade de vida dos idosos. Vejam matéria que publicamos com vídeo de nossa parceira Greicy Savoy sobre os benefícios da inclusão digital.
Basta clicar abaixo para ler nossa matéria na íntegra e assistir ao vídeo.


Através da inclusão digital, idosos melhoram a qualidade de vida 


Para exercitar ainda mais seu cérebro, jogue nosso Game, pois ele exige uma coordenação motora importante para preencher as figuras com as cores. Clique no link abaixo e DIVIRTA-SE! #divertidosos


Par ou impar em cores


Agora conheçam um pouco mais do serviço de atendimento à Demência da Unifesp em Santos – Unifesp orienta pessoas com Alzheimer (fonte: Jornal A Tribuna-13/05/2017) 

Serviço de Atendimento à Demência da universidade de Santos tem atividades para os pacientes e também ajuda seus familiares.

…” É com o objetivo de ajudar quem sofre da doença e quem cuida dessas pessoas que a Universidade de São Paulo (Unifesp) oferece, em Santos, o Serviço de Atendimento à Demência. São realizadas, no campus da Avenida Ana Costa, 95, atividades tanto com a perspectiva de desacelerar o ritmo das perdas cognitivas dos pacientes atendidos como também ouvir e orientar familiares que lidam com mudanças, muitas vezes, inesperadas no comportamento de entes queridos. “

De acordo com as professoras Marcia Novelli e Emanuela Mattos, que coordenam o serviço, o atendimento é realizado com idosos acometidos por diferentes doenças, principalmente o Alzheimer, nos mais variados estágios.

“Em 2008, identificamos que não havia atendimentos de intervenção fora do aspecto farmacológico. Geralmente, as consultas oferecidas discutiam os medicamentos. Agora, como universidade pública, tínhamos um papel social e a ideia foi exatamente instrumentalizar as pessoas para lidar com as doenças, detalha Marcia que também é diretora da Associação Brasileira de Alzheimer(ABRAz). Ela explica que o serviço é oferecido dentro de um programa de extensão da Unifesp. As atividades são realizadas por alunos de cursos da área de Saúde, atualmente, por estudantes de Terapia Ocupacional, ajudando idodos a utilizar as capacidades que têm preservadas, mesmo que tenham outras comprometidas. “

Demências

Hoje, sabe-se que a demência é uma doença mental caracterizada pela perda cognitiva que pode alterar a memória, provocar desorientação e prejuízos da linguagem e de habilidades visuais-espaciais. E o maior fator que influencia a perda das reservas funcionais é a idade. Estima-se que no Brasil, 1,2 milhão de pessoas sofra de algum tipo de neurodegeneração. A Organização Mundial de Saúde(OMS) calcula que 35,6 milhões de pessoas vivam com demência no mundo. Número que deve dobrar até 2030. Segundo a ABRAZ, muitas doenças podem causar um quadro de demência, entre elas, o Alzheimer é a mais frequente. Trata-se de uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada. A doença se apresenta como demência, ou perda de funções cognitivas, causada pela morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível retardar seu avanço e ter mais controle sobre esses sintomas, garantindo melhor quantidade de vida ao paciente e à família.

AGENDE-SE

A ABRAZ reúne cuidadores-familiares para discutir diversos temas ligados ao Alzheimer. A ideia é que a informação pode ajudar a minimizar o estresse e a sobrecarga. Toda primeira quarta-feira do mês a associação abre as portas para uma palestra. A próxima acontecerá no dia 07/06, na Unifesp da Avenida Ana Costa, 96, das 20h00min às 21h30min.

Já o Serviço de Atendimento à Demência da Unifesp está com lista de espera. Os interessados podem enviar e-mail para: mnovelli@uol.com.br


Em termos de alimentação saudável, na Revista Seleções de Maio de 2017, há uma matéria intitulada “Embarque na revolução da saúde do Cérebro”, que fala, entre outras coisas, de um Plano Alimentar Genial, que parece estar reduzindo o risco da doença de Alzheimer… Vamos reproduzir abaixo:

Plano Alimentar Genial – por Alex Mlynek da Best Health – fonte: Revista Seleções – Maio/2017

“O esforço científico para desenvolver um novo plano alimentar que reduza o risco da doença de Alzheimer pode estar dando certo. Pesquisadores do Centro Médico da Universidade Rush, em Chicago, desenvolveram a dieta MIND num período de dois anos. Eles aproveitaram elementos de dois regimes comprovadamente bons para o coração: A dieta Mediterrânea e a dieta DASH(abordagem dietética para deter a hipertensão), que baixa a pressão arterial. Depois, consultaram os estudos mais recentes de nutrição humana e animal e criaram uma combinação projetada para promover a saúde cerebral…Testaram o plano alimentar em 960 voluntários durante quatro anos e meio. A dieta MIND reduziu em 53” o risco da doença de Alzheimer de quem seguiu o plano rigorosamente e em 35% de quem o seguiu moderadamente, de acordo com a pesquisa publicada na revista Alzheimer´s &Dementia: The Journal of the Alzheimer´s Association. Os benefícios para o cérebro se resumem a dois princípios gerais: limitar alimentos ricos em calorias e gorduras saturadas com baixo valor nutricional e comer mais alimentos com nutrientes bons para o cérebro, explica Martha Clare Morris, chefe de criação do plano e diretora de Nutrição e Epidemiologia Nutricional da Universidade Rush. “Os principais nutrientes são vitamina E, complexo B, gorduras ômega-3, alguns carotenoides, principalmente luteína, e os flavonoides”, esclarece ela. Eis aqui os dez alimentos a ingerir e os cinco a limitar semanalmente que formam o núcleo da dieta MIND.